O Varazim Teatro é uma Associação Cultural.(ponto).
O Varazim Teatro nasceu da vontade comum de um grupo de 13 pessoas, constituindo-se Associação Cultural à data de 26 de Setembro de 1997, depois de em Junho desse mesmo ano já ter estreado a sua I Produção.
O primeiro espectáculo, “Desimaginação-Farsa do Quotidiano” foi realizado a partir de um texto de autor português, António Pedro.

O nosso primeiro espectáculo

Desde esta data o Grupo tem produzido regularmente espectáculos de Teatro, que apresenta na cidade onde se sedia. Fazendo teatro pelo Teatro com Amor, e tentando ao longo do tempo combater ideias pré-concebidas que otermo Amadorismo costuma suscitar.
O Varazim acredita que o Teatro é um caminho.

R. da Fortaleza nº20, 4490 - 511 Póvoa de Varzim

Telf: 916 439 009

Membros

Sai um Fininho
Varazim Teatro
Jeff
Jane
Joan

Outras Dicas

Chapitô
Teatro Meridional
Teatro Noroeste
Teatro O Bando
Seiva Trupe
Companhia de Teatro de Almada
Companhia de Teatro de Braga
Academia Contemporânea do Espectáculo
Teatro Ao Largo

Utilidades

Instituto das Artes
Celcit
Direc. Regional da Cult. do Norte

Em cena

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02 Junho 2010

Encerramento da Temporada Teatral - Junho

 

REMÉDIOS SANTOS
sem Princípios Activos


Peripécia Teatro

dia 5 de Junho, 22h
Auditório Municipal da Póvoa de Varzim

“O que mais desejei nos ultimos dez anos foi fazer do escrito político uma arte, o meu ponto de partida é sempre a parcialidade, o sentido da injustiça. Quando começo a escrever um livro, a mim mesmo não digo: “vou produzir uma obra de arte” escrevo porque existe determinada mentira que pretendo expor, um facto para o qual desejo chamar a atenção, consistindo o meu objectivo inicial em ser ouvido. Não poderia no entanto dedicar-me à tarefa de escrever um livro ou até um longo artigo para uma revista, se ao mesmo tempo isso não fosse uma experiência estética.”

George Orwell.


Sinopse
   Quem nos cura? São os Remédios ou os Santos? Será a Nossa Senhora dos Remédios?
   “Os Santos funcionam de forma muito esquisita… São uns dos mais antigos efeitos placebo da história da medicina” diz a certa altura o Guarda-Mor da Morgue dos Mortos de Marca.
   O que são os Remédios Santos? Remédios do Povo. Daqueles que se vão transmitindo de boca em boca curando ao longo de gerações, sem estarem sujeitos a qualquer tipo de patente. “É Remédio Santo!” disse a S’Joaquina do Outeiro ao dar a receita do remédio para tirar os cravos das mãozinhas do José Maria.
   “É remedio santo!” diz um técnico de vendas da maior companhia farmacêutica do mundo sobre o seu medicamento para a epilepsia.
   Existirão Princípios Activos na Farmácia actual? E na Indústria Farmacêutica? Quais são os princípios desta indústria que gera ao nível mundial quase tantos lucros como a banca?

   Ao longo do espectáculo vamos rir dos princípios activos que levam laboratórios farmacêuticos a aniquilar os donos de outras substâncias medicinais e queremos descobrir, à força do escárnio, se preciso for, que princípios activos actuam dentro das instituições públicas para abdicarem de princípios como o bem comum ou a Democracia.
   Ouviremos o que tem para contar José Maria sobre os remédios da Mãe, sobre a sua válvula cardíaca artificial e sobre George Orwell, autor do livro que começou a ler há muitos anos, quando esteve internado no hospital.
   Faremos uma visita de estudo a um congresso de Psiquiatria vendo como, entre canapés e champanhe francês, médicos ouvem os ensinamentos dos técnicos de comunicação e vendas de algumas grandes companhias farmacêuticas.
   Ouviremos a parte da História de um dos maiores laboratórios farmacêuticos do mundo e a sua relação com personagens heróicos do séc. XX, como por exemplo Adolf H. ou a própria Heroína, ela mesma, a substância!

Mas REMEDIOS SANTOS… é um espectáculo que também nos satiriza a nós próprios, como cidadãos incapazes de renunciar a um comprimido para curar uma leve dor de cabeça ou a um xarope específico para uma tosse inofensiva.

De Santo não tem nada, mas o Riso continuará a ser mesmo o melhor Remédio.



Ficha Artística
Criação e interpretação: Ángel Fragua, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho
Iluminação: Paulo Neto;
Adereços e Cenografia: Zétavares;
Produção executiva: Sara Ramalheira;
Co-produção: Teatro de Vila Real;
Direcção: Hernan Gené.


   
Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo.
5 euros - bilhete normal; 3,75 euros - bilhete para menores de 25 ou maiores de 65 anos, estudantes, reformados,desempregados, portadores de deficiência e ainda grupos de mais de 8 pessoas.; 2,50 euros - sócios do Varazim Teatro; bilhete família: grupos familiares de 3 ou mais pessoas beneficiarão todos do bilhete com desconto (desde que pelo menos 3 tenham mais de 12 anos).

 

Deixa de Varazim Teatro ás 16:58