O Varazim Teatro é uma Associação Cultural.(ponto).
O Varazim Teatro nasceu da vontade comum de um grupo de 13 pessoas, constituindo-se Associação Cultural à data de 26 de Setembro de 1997, depois de em Junho desse mesmo ano já ter estreado a sua I Produção.
O primeiro espectáculo, “Desimaginação-Farsa do Quotidiano” foi realizado a partir de um texto de autor português, António Pedro.

O nosso primeiro espectáculo

Desde esta data o Grupo tem produzido regularmente espectáculos de Teatro, que apresenta na cidade onde se sedia. Fazendo teatro pelo Teatro com Amor, e tentando ao longo do tempo combater ideias pré-concebidas que otermo Amadorismo costuma suscitar.
O Varazim acredita que o Teatro é um caminho.

R. da Fortaleza nº20, 4490 - 511 Póvoa de Varzim

Telf: 916 439 009

Membros

Sai um Fininho
Varazim Teatro
Jeff
Jane
Joan

Outras Dicas

Chapitô
Teatro Meridional
Teatro Noroeste
Teatro O Bando
Seiva Trupe
Companhia de Teatro de Almada
Companhia de Teatro de Braga
Academia Contemporânea do Espectáculo
Teatro Ao Largo

Utilidades

Instituto das Artes
Celcit
Direc. Regional da Cult. do Norte

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d'Mente em Movimento - Oficinas Criatinas
Encerramento da Temporada Teatral - Junho
ESTREIA - A Girafa que Comia Estrelas + OFICINA Co...
Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - MAIO + ESTR...
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06 Abril 2009

SEDE

 


fotografia por: José Carlos Marques



>>>>>>>>>>>> CONTINUA * 16, 17 e 18 de Abril

22 horas Espaço d'Mente do Varazim Teatro
*
(*Rua da Fortaleza, nº20 - Póvoa de Varzim)



SEDE - momentos em torno da essencialidade

Concepção e Interpretação de Joana Soares
Pelo Varazim Teatro
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**A LOTAÇÃO É REDUZIDA:**
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ou com um e-mail para vt@varazimteatro.org
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É intenção deste espectáculo, tratar o tema da crescente falta de água potável, e do desafio para o ser humano que é este problema. Estão em curso, mas ainda não aprovado, manifestações que pedem que a água seja declarada um dos direitos fundamentais do ser humano. Para que todos tenham direito, gratuitamente, a uma porção de água diária.

Em 4 momentos o espectador ver-se-à envolvido nas histórias através de uma das suas necessidades básicas: A Sede. A partir da Sede e da água, falamos do indivíduo, dos seus desejos, anseios, desesperos... esperança. Cada um dos personagens vive no seu momento, emoções que são universais. Água, Amanda, Adelinda e Azrael podem ser cada um de nós, em dado momento confrontados com o excesso ou com a inexistência daquilo que nos é essencial.



Percorrendo quatro histórias, ilustradoras da qualidade do elemento água e da sua importância em relação à quantidade, o espectador ver-se-á envolvido na teia das histórias, podendo matar a Sede, apenas enquanto houver água.

Sinopse em 4 momentos:

Quatro momentos um único elemento, a água que mata a sede, a minha, a tua, a de cada um dos personagens. Quatro histórias sobre a água, haverá alguma coisa mais essencial?

1º momento: ESSÊNCIA: A água e o seu corpo essencial, o seu som, o seu choro, o seu riso, o seu lamento, o seu ondular, marulhar, o seu cair, o seu estar? um corpo sem palavras procurando a sua essência.

2º momento: ABUNDÂNCIA: Amanda vive no amor pleno e na abundância do seu sentimento. Separados por um oceano, Amanda e Martinho correspondem-se com fervor e esperança. As palavras jorram em cascata, atropelam-se na ânsia de ultrapassar a imensidão de água que os separa. "Na janela que dá para o mar... o mar que te olha e me olha e nos separa... verto o meu olhar na esperança que te alcance, que te envolva, e que me devolva esse rosto que tanto amo."

3º momento: ESCASSEZ: Uma mulher é interrogada por furto. Espera-a a pena máxima, não há atenuantes para tão grave falta. "fui abandonada nesta cela branca, num tempo em que não há dias e não há noites, só branco, vazio e eu."

4º momento: AUSÊNCIA: Ao nosso encontro vem um ser sarcástico e provocador. Todos abandonaram aquela terra seca em busca de prosperidade. Todos menos um? "imagino que em algum lugar, o sol não queime como lume vivo, a terra não seja tão seca que parece cimento, e a água caia do céu e mate a sede..."

Ficha Técnica:
Produção: Varazim Teatro
Texto, Direcção e Interpretação: Joana Soares
Direcção de Actor: Eduardo Faria
Música Original: Rui Alves Leitão
Voz Essência: Neusa Fangueiro
Desenho de Luz: Eduardo Faria e Guilherme Novo
Operação técnica: Guilherme Novo
Cenário e Figurinos: Joana Soares e Maria Maio
Contra-regra: Joana de Sousa


Espectáculo para M/12

Duração aproximada: 85min


Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo.
5 euros - bilhete normal; 3,75 euros - bilhete para menores de 25 ou maiores de 65 anos, estudantes, reformados,desempregados, portadores de deficiência e ainda grupos de mais de 8 pessoas; Gratuito - sócios do Varazim Teatro
Este ano o varazim Teatro implementará o bilhete família: grupos familiares de 3 ou mais pessoas beneficiarão todos do bilhete com desconto (desde que pelo menos 3 tenham mais de 12 anos).

 

Deixa de Varazim Teatro ás 11:34

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