O Varazim Teatro é uma Associação Cultural.(ponto).
O Varazim Teatro nasceu da vontade comum de um grupo de 13 pessoas, constituindo-se Associação Cultural à data de 26 de Setembro de 1997, depois de em Junho desse mesmo ano já ter estreado a sua I Produção.
O primeiro espectáculo, “Desimaginação-Farsa do Quotidiano” foi realizado a partir de um texto de autor português, António Pedro.

O nosso primeiro espectáculo

Desde esta data o Grupo tem produzido regularmente espectáculos de Teatro, que apresenta na cidade onde se sedia. Fazendo teatro pelo Teatro com Amor, e tentando ao longo do tempo combater ideias pré-concebidas que otermo Amadorismo costuma suscitar.
O Varazim acredita que o Teatro é um caminho.

R. da Fortaleza nº20, 4490 - 511 Póvoa de Varzim

Telf: 916 439 009

Membros

Sai um Fininho
Varazim Teatro
Jeff
Jane
Joan

Outras Dicas

Chapitô
Teatro Meridional
Teatro Noroeste
Teatro O Bando
Seiva Trupe
Companhia de Teatro de Almada
Companhia de Teatro de Braga
Academia Contemporânea do Espectáculo
Teatro Ao Largo

Utilidades

Instituto das Artes
Celcit
Direc. Regional da Cult. do Norte

Em cena

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d'Mente em Movimento - Oficinas Criatinas
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ESTREIA - A Girafa que Comia Estrelas + OFICINA Co...
Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - MAIO + ESTR...
Jam de Contacto Improvisação - Iniciação
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28 Fevereiro 2009

MARÇO - O Mês do TEATRO

 

 Dia 7 de Março 22 horas

Auditório Municipal da Póvoa de Varzim

HOTEL DE PROVÍNCIA

De aleksandr Vampilov

Pelo Teatro das Beiras

Encenação: Gil Salgueiro Nave

Sinopse: "HOTEL DE PROVÍNCIA", é um espectáculo construído a partir  da comédia em um acto, "Incidente com um compaginador" do dramaturgo russo Aleksandr Vampilov (1937/1972). 

A acção desenrola-se num hotel estatal algures na longínqua Sibéria onde o protagonista, um funcionário público de irrelevante importância social, se comporta como um cacique de poderes ilimitados, excedendo-se no seu exercício. Os conceitos de ordem e disciplina ganham um estranho sentido; o absurdo e a incongruência instalam-se num quarto de hotel, pequeno mundo, donde parece ter-se ausentado a sensatez e a humanidade. A chegada de um novo hóspede e uma vez equivocada a sua identidade, põe toda a estrutura de poder e chefia em causa, a disciplina do hotel entra em colapso e os seus regulamentos desmoronam-se caoticamente.

De uma situação de aparente comicidade quotidiana cai-se num absurdo que parece não ter saída e, de repente, de um golpe, tudo muda, inclusivamente o género e a comédia converte-se em tragédia.

Não será por acaso que a acção das obras de Vampilov se desenrola sempre em “províncias”, lugares equidistantes do céu e da terra, cidades pequenas, onde o termo “província” encerra não só um conceito geográfico, mas moral: um lugar de sombras onde dificilmente chegam os raios do saber, da cultura, onde primam os interesses irracionais sobre os espirituais ou culturais, onde se valoriza o dinheiro ou as "amizades" mais que a inteligência. É este o mundo do teatro de Vampilov.

Como em outros momentos da história do teatro, também aqui a comédia é a forma de exorcizar fantasmas e pôr a ridículo os "poderosos" mesmo se o seu poder é mesquinho, insignificante e efémero.

Nesta comédia, Vampilov denuncia a corrupção nos mais pequenos funcionários, insignificantes e sem identidade mas que mesmo assim exercem o seu escasso poder de forma tirânica, inspirados pelo medo da autoridade e no entanto exercendo-a à imagem dos seus superiores.

As obras de Vampilov são como um espelho da sociedade do seu tempo, tendo provocado o desagrado de muitos dos seus contemporâneos que não se reviam nas suas caricaturas disformes e segundo estes, muito distantes da realidade. Essa circunstância terá certamente contribuído para que a sua obra tenha subido à cena só após a sua morte.

Apesar da sua curta carreira, interrompida tragicamente aos trinta e cinco anos de idade, Vampilov marcou definitivamente uma nova geração de autores, podendo mesmo falar-se do teatro russo pós Vampilov, onde é latente a memória de Tchekov ou Gogol. 

Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo.

5 euros - bilhete normal
3,75 euros - bilhete para menores de 25 ou maiores de 65 anos, estudantes,
reformados,desempregados, portadores de deficiência e ainda grupos de mais de 8 pessoas.
2,50 euros - sócios do Varazim Teatro
Crianças até aos 12 anos não pagam

Este ano o Varazim Teatro implementará o bilhete família: grupos familiares de 3 ou mais
pessoas beneficiarão todos do bilhete com desconto (desde que pelo menos 3 tenham mais de 12 anos).

ESTREIA 

Dia 27 de Março - Dia Mundial do Teatro

Dias 27, 28 de Março (também 16, 17 e 18 de Abril)

22 horas Espaço d’Mente do Varazim Teatro 

(Rua da Fortaleza, nº20 – Póvoa de Varzim)

SEDE

momentos em torno da essencialidade

Concepção e Interpretação de Joana Soares

Pelo Varazim Teatro


Para lá do palco e da sala de teatro, o espectáculo SEDE, momentos em torno da essencialidade, pretende mobilizar toda uma comunidade para um tema que consideramos pertinente e urgente. Numa sociedade cada vez mais fútil e superficial, procuramos a partir do elemento água, um bem essencial, propor a reflexão sobre a nossa atitude e respeito para com aquilo que verdadeiramente necessitamos.

Percorrendo quatro histórias, ilustradoras da qualidade do elemento água e da sua importância em relação à quantidade, o espectador ver-se-á envolvido na teia das histórias, podendo matar a Sede, apenas enquanto houver água.

 

Sinopse em 4 momentos:

Quatro momentos um único elemento, a água que mata a sede, a minha, a tua, a de cada um dos personagens. Quatro histórias sobre a água, haverá alguma coisa mais essencial?

1º momento: ESSÊNCIA: A água e o seu corpo essencial, o seu som, o seu choro, o seu riso, o seu lamento, o seu ondular, marulhar, o seu cair, o seu estar… um corpo sem palavras procurando a sua essência.

2º momento: ABUNDÂNCIA: Amanda vive no amor pleno e na abundância do seu sentimento. Separados por um oceano, Amanda e Martinho correspondem-se com fervor e esperança. As palavras jorram em cascata, atropelam-se na ânsia de ultrapassar a imensidão de água que os separa.

3º momento: ESCASSEZ: Uma mulher é interrogada por furto. Espera-a a pena máxima, não há atenuantes para tão grave falta.

4º momento: AUSÊNCIA: Ao nosso encontro vem um ser sarcástico e provocador. Todos abandonaram aquela terra seca em busca de prosperidade. Todos menos um…

 

Contextualização:

Realizado em parceria com a Direcção Regional de Saúde Norte, no âmbito do programa de actividade do “Ano Internacional da Saúde – A Saúde face às alterações climáticas”

O espectáculo SEDE, procura debater e provocar a reflexão para um problema mundial que é a crescente falta de água potável. Para além do espectáculo será realizado um concurso para alunos do 2º e 3º ciclo do ensino básico, com vista a apresentação de trabalhos que reflictam os conceitos apresentados no espectáculo.

Também pela cidade haverão reflexos desta ideia.

Artistas, são convidados a mostrar à cidade os seus “momentos de SEDE”, cada proposta será apresentada num espaço público da cidade, em diferentes dias, ao longo da carreira do espectáculo. O Varazim fará convite público aos artistas interessados.

 

Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo.

5 euros - bilhete normal
3,75 euros - bilhete para menores de 25 ou maiores de 65 anos, estudantes,
reformados,desempregados, portadores de deficiência e ainda grupos de mais de 8 pessoas.
Sócios do Varazim Teatro não pagam
Crianças até aos 12 anos não pagam

Este ano o Varazim Teatro implementará o bilhete família: grupos familiares de 3 ou mais
pessoas beneficiarão todos do bilhete com desconto (desde que pelo menos 3 tenham mais de 12 anos).

 

Deixa de Varazim Teatro ás 15:17

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