O Varazim Teatro é uma Associação Cultural.(ponto).
O Varazim Teatro nasceu da vontade comum de um grupo de 13 pessoas, constituindo-se Associação Cultural à data de 26 de Setembro de 1997, depois de em Junho desse mesmo ano já ter estreado a sua I Produção.
O primeiro espectáculo, “Desimaginação-Farsa do Quotidiano” foi realizado a partir de um texto de autor português, António Pedro.

O nosso primeiro espectáculo

Desde esta data o Grupo tem produzido regularmente espectáculos de Teatro, que apresenta na cidade onde se sedia. Fazendo teatro pelo Teatro com Amor, e tentando ao longo do tempo combater ideias pré-concebidas que otermo Amadorismo costuma suscitar.
O Varazim acredita que o Teatro é um caminho.

R. da Fortaleza nº20, 4490 - 511 Póvoa de Varzim

Telf: 916 439 009

Membros

Sai um Fininho
Varazim Teatro
Jeff
Jane
Joan

Outras Dicas

Chapitô
Teatro Meridional
Teatro Noroeste
Teatro O Bando
Seiva Trupe
Companhia de Teatro de Almada
Companhia de Teatro de Braga
Academia Contemporânea do Espectáculo
Teatro Ao Largo

Utilidades

Instituto das Artes
Celcit
Direc. Regional da Cult. do Norte

Em cena

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d'Mente em Movimento - Oficinas Criatinas
Encerramento da Temporada Teatral - Junho
ESTREIA - A Girafa que Comia Estrelas + OFICINA Co...
Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - MAIO + ESTR...
Jam de Contacto Improvisação - Iniciação
Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - mês de Abri...
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30 Janeiro 2009

Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - Fevereiro

 

VLCD!
do lugar onde estou já me fui embora


pelo Teatro Meridional

Sábado, 7 de Fevereiro às 22h

Auditório Municipal da Póvoa de Varzim





SINOPSE

Desde que o Homem passou a medir o tempo este, inevitavelmente, também o mediu a si. VLCD! é um espectáculo que, através do humor e do absurdo, versa sobre a velocidade. A mesma que conduz nos tempos modernos o ser humano a um nível de vida material que se dissocia da sua própria felicidade. A mesma onde um olhar mais atento (quiçá mais lento...) podia também identificá-la como o verdadeiro truque de uma sociedade de consumo.

A ingenuidade das personagens e a acutilância que pode ter a irrisão são os pontos de partida deste novo desafio, que tem como base de interpretação a técnica de clown, o gesto e a criação colectiva.

VLCD! é igualmente uma nova estação desse já vasto, impermanente e misterioso percurso do Teatro Meridional no sentido de uma comunicação própria e íntima de um Teatro que, verdadeiramente, se afirma como a arte do presente e da presença.
>>NÃO PERCA TEMPO E RESERVE JÁ O SEU BILHETE!<<


SOBRE O ESPECTÁCULO
O Homem mede o tempo
e o tempo mede o Homem.
(Antigo provérbio italiano) Justificar completamente


Desde que as cidades começaram a acertar as horas entre si, desde que o tempo se tornou realmente mensurável, fraccionável, espartilhável em calendários, períodos e horários, o Homem tem aumentado de facto a sua produtividade, a sua riqueza e prosperidade... mas fê-lo na mesma proporção em que se tornou também mais infeliz.

Falar em tempo, hoje, significa acima de tudo compreendê-lo em velocidade, impondo-se agora uma nova ordem do mundo: o mais capaz é o mais rápido. Independentemente da qualidade, do valor intrínseco, da beleza, do afecto, o melhor é o que chega primeiro. Mas é assim também que se passa superficialmente pelas coisas (senão pela própria vida), sem aprofundamento algum, sem vivência interior, sem a essência imaterial dos objectos que suscitaram algures o nosso interesse. Pouco ou nada se vivencia – nem mesmo a relação com a experiência tida.

Anda-se tão apressado que tudo e todos os que possam atrasar essa marcha se transformam no inimigo. E, assim mesmo, nesse pressuposto, se fez toda uma Revolução Industrial, onde o ser humano se tornou ele próprio um bem que tem que circular para que esta grande engrenagem nem sequer sofra a fricção de um pensamento. Comer depressa, dormir depressa, amar depressa... transformou as pessoas em casas com janelas abertas para a rua mas sem alguém a espreitar por elas. Ruas que, afinal, mais não são que perfeitos túneis de “A a B” onde seres humanos se projectam, quais comboios rompendo, rompendo, rompendo furiosos a paisagem e por isso rasgando-a de um possível desenho onde ainda se pudesse sonhar.

Mas com o aumento da esperança de vida, nos últimos 150 anos, a questão da felicidade tornou-se presente (e muito premente). Há que ser feliz, aqui e agora, não numa vida depois da morte. Há que ser feliz, agora que por volta dos quarenta anos existe todo um tempo de vida que, do ponto de vista da reprodução da espécie, se tornou redundante.

Responder à questão do Teatro, hoje, significa assim, para o Teatro Meridional, pensar toda uma orquestração onde a relação entre "quem-faz-e-quem-vê" se revelou sempre, ao longo de quase duas décadas, a maior de todas as viagens. Aquela que vai de uma pessoa a outra e pode não ter fim. Aquela que, afinal, evoca o presente e a presença como a mais fundamental de todas as medidas e a única capaz de enfrentar, justamente, a velocidade.

E quem melhor para se projectar no tempo presente do que o Clown?

Destas premissas nasceu um espectáculo, feito do encontro de todos os seus criadores. Um espectáculo edificado e projectado dramaturgicamente no espaço contemporâneo dos ensaios e que também ele se debateu, na sua fase de criação, com as mesmíssimas questões que eram, afinal, o seu objecto. Das alegrias, descobertas, dificuldades e também tantas angústias resultou uma oportunidade de crescimento e de valorização humana inesquecível.

Como falar do tempo? Como traduzir através de acções essa sensação tão concreta e tão aguda de que já partimos do lugar onde acabámos de chegar? Como repetir emoções que, debaixo dos nossos narizes, no quotidiano, já nem damos por elas ou tornaram-se tão banais que são tidas como normais?

Como fazer Teatro mais uma vez?

Nuno Pino Custódio


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Criação Teatro Meridional
Direcção Cénica Nuno Pino Custódio
Interpretação Carla Maciel, Fernando Mota, Luciano Amarelo, Miguel Seabra
Espaço Cénico e Figurinos Marta Pedroso
Música Original e Espaço Sonoro Fernando Mota
Desenho de Luz Miguel Seabra
Fotografia Margarida Dias
Design Gráfico e Registo Vídeo Patricia Poção
Assistência de Cenografia Marco Fonseca
Montagem Rui Monteiro e Marco Fonseca
Operação Técnica Rui Monteiro
Assessoria de Imprensa João Pedro Amaral
Assessoria Jurídica Diogo Salema da Costa
Assistência de Produção Filipa Piecho
Direcção de Produção Narcisa Costa
Direcção Artística Miguel Seabra e Natália Luíza


Duração 1h (aprox.)
Classificação etária Maiores de 6 anos


Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo.
5 euros - bilhete normal
3,75 euros - bilhete para menores de 25 ou maiores de 65 anos, estudantes, reformados,desempregados, portadores de deficiência e ainda grupos de mais de 8 pessoas.
2,50 euros - sócios do Varazim Teatro
Crianças até aos 12 anos não pagam

Este ano o varazim Teatro implementará o bilhete família: grupos familiares de 3 ou mais pessoas beneficiarão todos do bilhete com desconto (desde que pelo menos 3 tenham mais de 12 anos).

 

Deixa de Varazim Teatro ás 13:21

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