**A LOTAÇÃO É REDUZIDA:**
RESERVE O SEU BILHETE ATRAVÉS DESTE BLOG
.
.
É intenção deste espectáculo, tratar o tema da crescente falta de água potável, e do desafio para o ser humano que é este problema. Estão em curso, mas ainda não aprovado, manifestações que pedem que a água seja declarada um dos direitos fundamentais do ser humano. Para que todos tenham direito, gratuitamente, a uma porção de água diária.
Em 4 momentos o espectador ver-se-à envolvido nas histórias através de uma das suas necessidades básicas: A Sede. A partir da Sede e da água, falamos do indivíduo, dos seus desejos, anseios, desesperos... esperança. Cada um dos personagens vive no seu momento, emoções que são universais. Água, Amanda, Adelinda e Azrael podem ser cada um de nós, em dado momento confrontados com o excesso ou com a inexistência daquilo que nos é essencial.
Percorrendo quatro histórias, ilustradoras da qualidade do elemento água e da sua importância em relação à quantidade, o espectador ver-se-á envolvido na teia das histórias, podendo matar a Sede, apenas enquanto houver água.
Sinopse em 4 momentos:
Quatro momentos um único elemento, a água que mata a sede, a minha, a tua, a de cada um dos personagens. Quatro histórias sobre a água, haverá alguma coisa mais essencial?
1º momento: ESSÊNCIA: A água e o seu corpo essencial, o seu som, o seu choro, o seu riso, o seu lamento, o seu ondular, marulhar, o seu cair, o seu estar? um corpo sem palavras procurando a sua essência.
2º momento: ABUNDÂNCIA: Amanda vive no amor pleno e na abundância do seu sentimento. Separados por um oceano, Amanda e Martinho correspondem-se com fervor e esperança. As palavras jorram em cascata, atropelam-se na ânsia de ultrapassar a imensidão de água que os separa. "Na janela que dá para o mar... o mar que te olha e me olha e nos separa... verto o meu olhar na esperança que te alcance, que te envolva, e que me devolva esse rosto que tanto amo."
3º momento: ESCASSEZ: Uma mulher é interrogada por furto. Espera-a a pena máxima, não há atenuantes para tão grave falta. "fui abandonada nesta cela branca, num tempo em que não há dias e não há noites, só branco, vazio e eu."
4º momento: AUSÊNCIA: Ao nosso encontro vem um ser sarcástico e provocador. Todos abandonaram aquela terra seca em busca de prosperidade. Todos menos um? "imagino que em algum lugar, o sol não queime como lume vivo, a terra não seja tão seca que parece cimento, e a água caia do céu e mate a sede..."
Ficha Técnica:
Produção: Varazim Teatro
Texto, Direcção e Interpretação: Joana Soares
Direcção de Actor: Eduardo Faria
Música Original: Rui Alves Leitão
Voz Essência: Neusa Fangueiro
Desenho de Luz: Eduardo Faria e Guilherme Novo
Operação técnica: Guilherme Novo
Cenário e Figurinos: Joana Soares e Maria Maio
Contra-regra: Joana de Sousa
Espectáculo para M/12
Duração aproximada: 85min
Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo.
5 euros - bilhete normal; 3,75 euros - bilhete para menores de 25 ou maiores de 65 anos, estudantes, reformados,desempregados, portadores de deficiência e ainda grupos de mais de 8 pessoas; Gratuito - sócios do Varazim Teatro
Este ano o varazim Teatro implementará o bilhete família: grupos familiares de 3 ou mais pessoas beneficiarão todos do bilhete com desconto (desde que pelo menos 3 tenham mais de 12 anos).