O Varazim Teatro é uma Associação Cultural.(ponto).
O Varazim Teatro nasceu da vontade comum de um grupo de 13 pessoas, constituindo-se Associação Cultural à data de 26 de Setembro de 1997, depois de em Junho desse mesmo ano já ter estreado a sua I Produção.
O primeiro espectáculo, “Desimaginação-Farsa do Quotidiano” foi realizado a partir de um texto de autor português, António Pedro.

O nosso primeiro espectáculo

Desde esta data o Grupo tem produzido regularmente espectáculos de Teatro, que apresenta na cidade onde se sedia. Fazendo teatro pelo Teatro com Amor, e tentando ao longo do tempo combater ideias pré-concebidas que otermo Amadorismo costuma suscitar.
O Varazim acredita que o Teatro é um caminho.

R. da Fortaleza nº20, 4490 - 511 Póvoa de Varzim

Telf: 916 439 009

Membros

Sai um Fininho
Varazim Teatro
Jeff
Jane
Joan

Outras Dicas

Chapitô
Teatro Meridional
Teatro Noroeste
Teatro O Bando
Seiva Trupe
Companhia de Teatro de Almada
Companhia de Teatro de Braga
Academia Contemporânea do Espectáculo
Teatro Ao Largo

Utilidades

Instituto das Artes
Celcit
Direc. Regional da Cult. do Norte

Em cena

HOJE no É-Aqui-in-Ócio
É-Aqui-in-Ócio - HOJE
Não nos é possível esconder a enorme satisfação...
Sub-Texto Edição 1
WORKSHOPS TEATRO DE LUZ NEGRA - AGOSTO 2008
Reposição de CONTRACURVA
Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - Junho
Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - Maio
CONTRACURVA no Fazer a Festa
CONTRACURVA
 
 
 

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25 Setembro 2008

É-Aqui-in-Ócio -HOJE

 


25 de Setembro - Quinta Feira - 22h

Local: Auditório Municipal da Póvoa de Varzim

*Julietta

Pela Shakespeare Women Company

sobre Romeu e Julieta William Shakespeare
com Sílvia Balancho
texto e encenação Claudio Hochman
música César Viana
baseado em Romeu e Julieta de William Shakespeare



(sinopse): Julietta [a personagem] está pendurada num trapézio. Joga inocente, como a menina que é, desfruta do espaço, em movimento, o risco. Não sabe o que a espera. Sílvia [a actriz] está pendurada num trapézio. Consciente arrisca, como a mulher adulta que é. Desfruta do jogo, do vértigo, do silêncio. Sabe perfeitamente o que a espera. Julietta recebe o anúncio, dentro de poucos dias casará com Paris. O tempo acelera e faz zig zag no espaço aéreo que a circunda, que a contém, que a desespera. Larga-se ao vazio, fala consigo mesma, arma estratégias, nega-se, enfrenta-se, mas a lei paternal impõe-se, deverá ir a uma festa e conhecer o seu pretendente. Julietta dança. Sílvia dança. Ambas se enamoram, uma sabendo o seu destino cruel. A outra, inocente nos preâmbulos da vida. A dança do amor, do descobrimento. Mas o desejado é um inimigo. Não dela mas da sua família. Mas o desejado mata o seu primo. Mas o desejado é deportado. Sílvia diz com palavras, gestos, lágrimas e tropeços. Julietta deve casar-se com quem seus pais decidiram. Uma cura dá-lhe um fármaco mágico. Irá fazer-se passar por adormecida e despertará quando os convidados da festa já estiverem pensando noutra coisa. O padre avisará Romeu e fugirão juntos. Mas a mensagem não chega e aparece o Romeu para ver a sua amada morta. Julietta desperta junto ao cadáver do seu amado. Sílvia chora. Lágrimas de verdade. Torrentes. Cataratas. Julietta mata-se. Cerimónia ritual. Infinitamente repetida. Sílvia transpira. Ela sabia mas não pôde fazer nada para a salvar.

 

Deixa de Varazim Teatro ás 11:11