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Patrocínio

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Sub-Texto Edição 1
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capa da Edição 0 TEATRO PORQUÊ? PARA QUÊ? E PARA QUEM? PROCURA-SE RESPOSTAS PARA ESTAS PERGUNTAS. SURPREENDA-NOS COM AS SUAS PALAVRAS, AS SUAS INQUIETAÇÕES, OS SEUS MANIFESTOS, OS SEUS PENSAMENTOS, AS SUAS NEGAÇÕES.
Pode ser uma só palavra, uma crónica, um texto teoricamente fundamentado, uma imagem, ou um decreto. Surpreenda-nos com a sua resposta. Dando continuidade à edição zero, de uma publicação que pretende vir a conquistar o seu espaço no panorama nacional das edições culturais, a publicação Sub-Texto, serve de suporte e apoio ao programa do É-Aqui-in-Ócio Festival Internacional de Teatro na Póvoa de Varzim, apresentando alguns textos aprofundados sobre os espectáculos apresentados; bem como questiona como tema central da Edição I, a própria Arte que a motiva: o Teatro.
Na Edição 1 da Sub-Texto Publicação de Reflexão Cultural, o Varazim Teatro convida profissionais, teóricos, mestres e espectadores a debater as seguintes perguntas:
- Teatro Porquê? Para quê? E Para quem?
O Varazim Teatro convida a todos que quiserem participar com propostas de textos, imagens, ou trabalhos que possam ser apresentados em suporte bidimensional. A responder a estas questões, de forma a poder contribuir para um debate dinâmico.
NOTA: A coordenação da publicação também aceita textos, que não respondendo ao tema central, possam de algum modo contribuir para uma reflexão da cultura, nacional ou internacional.
A Revista Sub-Texto será lançada em Setembro de 2008.
A recepção de participações terá lugar durante o mês de Julho.
Envie a sua proposta juntamente com os dados pessoais e uma breve biografia/curriculum
Envio de propostas para: sub-texto@varazimteatro.org Dúvidas ou eventuais esclarecimentos também através de: 912420129
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WORKSHOPS TEATRO DE LUZ NEGRA - AGOSTO 2008
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TEATRO NEGRO WORKSHOPS por Cengiz Özek (Turquia) AGOSTO 2008
destinado a profissionais de teatro, alunos de escolas de teatro e demais interessados CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ESTUDANTES DE TEATRO
Técnicas de Teatro Negro De 14 a 18 de Agosto Local: Auditório Municipal da Póvoa de Varzim Módulo 1 - para Estudantes de Teatro: 9h/13h - 20h/total Módulo 2 - para profissionais de teatro e outros interessados: 18h30/24h (com pausa de meia hora/jantar) - 25h/total Máximo de Participantes: 25 (por módulo) Custo de participação estudantes de teatro - módulo 1: 80 euros Custo de Participação - módulo 2: 150 euros
Desenho e Construção de Marionetas para o Teatro Negro De 19 a 23 de Agosto Local: Espaço d?Mente do Varazim Teatro Módulo 3 - para Estudantes de Teatro: 9h/13h - 20h/total Módulo 4 - para profissionais de teatro e outros interessados: 18h30/24h (com pausa de meia hora/jantar) - 25h/total Máximo de Participantes: 25 (por módulo) Custo de participação estudantes de teatro - módulo 3: 80 euros Custo de Participação - módulo 4: 150 euros
Técnicas + Desenho e Construção de marionetas para o Teatro Negro Custo de participação estudantes de teatro - módulo 1+3: 120 euros Custo de Participação - módulo 2+4: 250 euros
Inscrições: Envio Postal ou electrónico de: Ficha de Inscrição Pagamento ou prova do mesmo Curriculum resumido
Solicite a ficha de inscrição por telefone ou e-mail
CONTACTOS: http://www.varazimteatro.org/ 916439009 912420129 vt@varazimteatro.org http://www.marionetasemviana.com/ 963676174 marionetas_viana@hotmail.com
Envio de Inscrições: Varazim Teatro - Rua da Fortaleza, nº20 - 4490-511 Póvoa de Varzim MAO - Edifício palácio, 3º - Sala 308 - 4900 - 495 Viana do Castelo
CENGIZ ÖZEK curriculum
Nasceu em Istambul, 1964.
Formado do Departamento do Teatro do Conservatório Nacional do Istanbul. Também formado pelo Departamento das Artes Tradicionais Turcas da Faculdade de belas Artes. E trabalhou na restauração das muitas obras históricas. Aprendeu a construção das figuras do Karagoz com o seu mestre Ali Kiyak e estudou em vários museus e colecções particulares. Os seus trabalhos encontram-se neste momento em diferentes colecções dos diversos museus, entre eles, Museu Nacional da Holanda. Participou em centenas de festivais, com os espectáculos de Karagoz e também com seminários e exposições. Desde o ano passado trabalha como professor convidado na Universidade de Kocaeli leccionando Teatro Tradicional Turco. Fez parte do concelho fundador do Museu Das Artes Cénicas Turcas. Assinou várias encenações em Istambul, na área do Teatro Negro e do Teatro de Sombras e na grande maioria das peças que encenou, também desenhou os cenários e os cartazes. Dentro Teatro "Kenter", fundou a "galeria Kenter" , um espaço de exposição para os jovens artistas. É membro da UNIMA e Fundador de "Teatro de Sombras Cengiz Ozek" Deu aulas na Fundação da Criança e ajudou a aproximação dos jovens ás artes tradicionais.
Recebeu: 1º prémio nacional "Karagoz" em 1998 1º Prémio nacional, "Teatro", em 2003
* Realizou "Estrelinha", com o Teatro Municipal de Istambul, onde utilizou a técnica do Teatro da Luz Negra com uma perspectiva inovadora em 1998. O espectáculo ainda está em cena. * Encenou "Sombras e Luz", um espectáculo com técnica do teatro da luz negra, teatro negro e teatro de sombras com o Teatro nacional de Taivan, em 2005. * ...entre muitos outros... * É director artístico do Festival Internacional do Istambul.
desde 1989 * em 5 continentes * 30 países * 80 cidades * esteve nos palcos
no último ano participou nos seguintes festivais: International Children?s Festival- Neapolis- Tunus; Halklarin Yilbasisi- Lecce- Italia; International Afife Festival- Viana do; Castelo - Portugal; Eskisehir Festivali- Eskisehir- Turquia; Hos geldin Ramazan- Köln- Alemanha; Kibris Zeytin Festivali- Girne- K?br?s; International Puppet Festival- Santiago de Compostela - Espanha; Figurentheater Festival2007- Roma- Italia; Vertrag Pannopticum- Österreich - Austria; Black and White- Imatra/ Finlandia; Dynamic Puppet Festival2007- Birmingham- Inglaterra; Glasgow Puppet Festival2007- Escócia; Uluslararas? Istanbul Kukla Festivali 2007; Uluslar aras? Izmir Kukla Gunleri-Izmir- Turquia; 23 Nisan Hollanda Turk Senligi-Holanda
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Reposição de CONTRACURVA
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Em Junho encerra-se a Temporada Teatral na Póvoa de Varzim, este ano para além do espectáculo regular no primeiro sábado do mês o Varazim Teatro fará reposição do seu espectáculo Contracurva Após o bom acolhimento no Festival Fazer a Festa por parte do público, volta à cena na Póvoa de Varzim com uma carreira de mais 6 espectáculos.
*Para o encerramento o Varazim Teatro convidou uma actriz e encenadora de nome inquestionável: Maria do Céu Guerra, com um espectáculo que é história. É a oportunidade de ver na Póvoa de Varzim um marco da História do Teatro em Portugal. O PRANTO DE MARIA PARDA *mais informações sobre este espectáculo no post anterior -------------------------------------------------------
CONTRACURVA Pelo Varazim Teatro Texto, direcção e interpretação de Eduardo Faria de 9 a 14 de Junho - 22h Espaço d'Mente do Varazim Teatro Rua da Fortaleza, nº20 - Póvoa de Varzim Espectáculo para maiores de 16 anos
Todos pensamos poder dizer sim ou não a uma pergunta directa sobre se concordamos ou não com a prática da Eutanásia. E se fossemos chamados a ter de decidir se a praticamos ou não? Qual seria a nossa reacção??É esta a reflexão que o espectáculo Contracurva pretende provocar!
Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo Bilhetes inteiros: 5 euros Descontos para estudantes, menores de 25 anos, maiores de 65 anos, reformados, desempregados, portadores de deficiência, e grupos de + de 8 pessoas: 3,75 euros Sócios do Varazim Teatro: Gratuito Informações e reservas : 916439009, 912420129 ou vt@varazimteatro.org (até às 17h do Sábado do espectáculo)
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Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - Junho
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O PRANTO DE MARIA PARDA de Gil Vicente pel' A Barraca 
encenação e interpretação Maria do Céu Guerra
dia 07 de Junho 22 horas Auditório Municipal da Póvoa de Varzim
- Espectáculo para M/6 Anos -
O Pranto de Maria Parda. Fundamentalmente o itinerário de uma privação. Privação dolorosa, insustentável. Privação que impõe a figuração da Morte. E aqui vem Mário de Sá Carneiro. Da falta á irrisão. À ascese. Maria Parda no barco de Dionísio, à volta do mundo, do vinho e do teatro. Com Caronte e Rimbaud. Maria do Céu Guerra Ficha Técnica e ArtísticaTexto: Gil Vicente | Encenação: Maria do Céu Guerra | Elenco: Maria do Céu Guerra | Adereços: Vitor Sá Machado | Luz: Manuel Mendonça Padecia neste tempo o reino de Portugal calamitoso aperto de fome. Porque, quanto mais corria o ano de 22, em que vamos, tanto maior era o trabalho. Crescia a falta, gastando e comendo o povo esse pouco pão que havia. Castela não podia ajudar, porque a esterilidade no ano de 21 fora igual nela. De França não vinha nada, respeito das guerras que trazia o imperador. Os pobres do reino acudiam todos a Lisboa arrastando consigo as suas tristes famílias, persuadidas da força da necessidade que poderiam achar remédio onde estavam o rei e os grandes. Mas aconteciam casos lastimosos. Muitos caíam e ficavam mortos e sem sepultura pelos caminhos, de fracos e desalentados. Os que chegavam a Lisboa pareciam desenterrados, pálidos nos sembrantes, débiles e sem força nos membros. Dinheiro não aceitavam de esmola, porque não achavam que comprar com ele. Só pão queriam; e este não havia quem o desse. Porque algum que às escondidas se vendia, era a quatrocentos e cinquenta réis o alqueire; o centeo a duzentos réis,; o milho a cento e cincoenta, que para aquele tempo era como um prodígio. Frei Luis de Sousa, Anais de D. João III, com prefácio do Prof. M. Rodrigues Lapa, Lisboa, 1938, pp. 64-65
CRÍTICAS: * Que me recorde, vi este monólogo interpretado por Aura Abranches, Palmira Bastos, etc. e sempre saí lamentando que um texto tão interessante resultasse tão chato. Pois com a Maria do Céu Guerra, de tal modo a recriação é feita por dentro de tudo aquilo que diz, ainda a esta hora eu podia estar lá, a vê-la que, tenho a certeza, não estaria chateado. Tá dito. Victor Pavão dos Santos in O Jornal
* (...) O seu monólogo é como um delírio que culmina na cerimónia do testamento, louco, grandiloquente, com a mania das grandezas que só a demência pode conceber. Mas a linguagem é dos nossos dias, e dos nossos dias são os provérbios proferidos e os ditos libertinos do texto. Através de Maria Parda ouve-se um coro de outros bêbados. Que reflectem os males de uma cidade assediada pela fome e pela sede: " Eu só quero prantear Este mal que a muitos toca..." Maria Parda não pode ter outro fundo que Lisboa, a Lisboa da Ribeira e de Alfama, a Lisboa da Rua do Cata-que-farás, da Mouraria, da Praça dos Canos e da capelinha do Espírito Santo. Um mundo que se debruça no fabuloso estuário do Tejo ? com a Ribeira à direita e à esquerda Almada, Barreiro e Alcochete. Um mundo que se confina por terra na Arruda dos Vinhos, Abrantes e Atouguia, nas "costas" de Lisboa e que tem "na outra banda" o "glorioso Seixal, senhor de outros Seixais". Um mundo que reza às Santas da Atouguia e da Abrigada. Um pequeno mundo para quem trabalha todo um império, mesmo em períodos de carestia, um mundo que ainda manda, mas às custas de "Entre Douro e Minho" e que não reconhece cidadania aos habitantes de outros "planetas"(...). Luciana Stegagno Picchio
Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo Bilhetes inteiros: 5 euros Descontos para estudantes, menores de 25 anos, maiores de 65 anos, reformados, desempregados, portadores de deficiência, e grupos de + de 8 pessoas: 3,75 euros Sócios do Varazim Teatro: 2,50 euros
Informações e reservas : 916439009, 912420129 ou varazim@sapo.pt (até às 17h do Sábado do espectáculo)
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Temporada Teatral na Póvoa de Varzim - Maio
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HISTÓRIA DO TIGRE
De Dário Fo . FC Produções Teatrais

3 de Maio.22H
Auditório Municipal da Póvoa de Varzim "A História do Tigre" estreou-se em Janeiro de 1991 no Teatro da Comuna, tendo depois sido apresentada no Teatro Estúdio Mário Viegas. Foi devido ao êxito que este espectáculo encontrou junto da crítica e do público que a Meia Preta ascendeu ao primeiro plano do panorama teatral português. O texto de Dario Fo, inspirado no teatro popular e marginal chinês, conta a história de um soldado que durante a Grande Marcha é ferido e se refugia numa gruta nos Himalaias. Aí o soldado encontra uma tigresa mais o seu filhote e graças ao Tigre consegue sobreviver. O Tigre para os chineses tem um significado simbólico preciso: diz-se que uma mulher, um homem, um povo, "têm o Tigre", quando frente a grandes dificuldades, no momento em que a maior parte foge, eles pelo contrário persistem, aguentam e resistem. Com a ajuda de uma Máscara Balinesa, o texto e a situação do contador de histórias prestam-se a uma demonstração prática da Técnica da Máscara, nas suas potencialidades gestuais e interpretativas. O que disse a crítica... ."Um hino à alegria da arte de representar? Eugénia Vasques - Expresso 
."Um poderoso e privilegiado momento de teatro? Tito Lívio - Capital
."Um homem e um tapete num trabalho antológico e antropológico que tem como base o teatro completo: a sabedoria da gestualidade, a linguagem onomatopaica, a arte da máscara? Anabela Mendes - Público Ficha ArtísticaAutor: Dario Fo . Tradução, Encenação e Interpretação: Filipe Crawford . Máscara: Bali (autor anónimo) . Figurino: Rosa Freitas . Música: Stephan Micus "Twilight fields" . Selecção Musical: André Gago . Desenho de Luz: Filipe Crawford e Nuno Gomes . Operação de Luz e Som: Nuno Gomes . Produção: FC Produções Teatrais
Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo
Bilhetes inteiros: 5 euros Descontos para estudantes, menores de 25 anos, maiores de 65 anos, reformados, desempregados, portadores de deficiência, e grupos de + de 8 pessoas: 3,75 euros Sócios do Varazim Teatro: 2,50 euros
Informações e reservas : 916439009, 912420129 ou varazim@sapo.pt (até às 17h)
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CONTRACURVA no Fazer a Festa
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(de 25 de Abril a 4 de Maio)
organização e produção - TEATRO ART'IMAGEM * Uma "aldeia teatral" (na Biblioteca Almeida Garrett e outros espaços ao ar livre), onde criadores e companhias de teatro nacionais e estrangeiras apresentarão os seus espectáculos, que abarcam diversas disciplinas das artes de palco. Os espectáculos serão acompanhados por outras manifestações paralelas e de convívio, de modo a criar uma ligação estreita entre todos os participantes (artistas e espectadores). Fazer do Teatro um espaço de Festa. * VEJA O PROGRAMA COMPLETO PARA ESTE FESTIVAL AQUI bilheteira Preço 5,00 Euros (CONTRACURVA) Bilhetes já à venda na bilheteira Tzero, na Rua da Picaria, 89, Porto. Bilhetes também à venda na bilheteira do festival, instalada no Palácio de Cristal, de 25 de Abril a 4 de Maio. Tel: (00 351) 22 208 40 14 *
CONTRACURVA Texto, direcção e interpretação Eduardo Faria
dia 25 a 30 Abril - 21.45h Capela Carlos Alberto, Jardins do Palácio de Cristal

Contracurva é um espectáculo de teatro onde os meios são reduzidos ao essencial. Trata-se de um projecto de vertente experimentalista, onde actor e público habitam ao mesmo tempo o mesmo espaço físico e temporal. Costurado nas malhas do hiper realismo acabará este espectáculo por travestir o emissor ( actor ) em receptor ( público ) e vice-versa e fundi-los até, levando assim a que a história seja construída por ambos. Numa altura em que, as sociedades discutem; questionam e põem em causa os seus valores morais e os seus direitos, quer colectivos quer individuais. E numa mesma altura, em que essas mesmas sociedades, assumindo novos valores e atribuindo-se novos direitos tanto colectivos como individuais, buscam uma maior racionalidade na Humanidade? pretendemos com este espectáculo assumir a nossa parte da responsabilidade da Arte em provocar, neste momento, a reflexão.
Em Contracurva somos confrontados com uma História simples e quotidiana para muitos. Lázaro é tetraplégico e convida a todos, os que o queiram, a passarem com ele o seu quadragésimo aniversário, que se comemora hoje. Abandonado no esquecimento de toda uma sociedade e recordado a cada momento pela dor da sua prisão, Lázaro continua a Amar todas as coisas simples, a Vida! E é aqui que a sua presença, ou não, poderá, ou não, fazer toda a diferença.
*classificação etária M/16 duração 60 minutos
Espectáculo CONTRACURVA, algumas opiniões dos espectadores:
Muito bem conseguido pró espaço. E muito tocante. Faz pensar. Hilário Amorim, 35 anos, Póvoa de Varzim
Temática de discussão obrigatória. Obrigada por nos trazeres este espectáculo. Por nos fazeres pensar e tomar decisões, posições. Obrigada por este teatro que me preenche e que é um dos motivos de me terem por cá. Venha o próximo! Joana Sousa, 23 anos, Vila do Conde
Este espectáculo foi outra surpresa muito positiva, surpresa porque foi a primeira vez que vi o Zé actuar e muito positiva porque se portou muito bem, foi um tempo muito bem passado. Parabéns Zé! Ana Maria Benta, 41 anos, Póvoa de Varzim
Adorei, fiquei realmente emocionada. Faz ver a vida com outros olhos. Parabéns. O texto é mesmo lindo. Denise Silva, 28 anos, Gondomar
Muito Bom. Excelente interpretação. Parabéns! Teresa Lopes, 38 anos, Póvoa de Varzim
Cenário ideal. Texto extraordinário. Representação tecnicamente irrepreensível. Gostei! Luís Diamantino Batista, 52 anos, Póvoa de Varzim
Marcante. Excelente interpretação. Mónica Pinto, 30 anos, Póvoa de Varzim
Excelente! Bem concebido e bem conseguido. Bruno Fonte, 30 anos, Póvoa de Varzim
Estou emocionada. Fátima Cunha, 32 anos, Póvoa de Varzim Só o facto de um actor conseguir estar em cena cerca de 1 hora sem nunca sair do acto, já por si só faz do espectáculo, um espectáculo. À parte disso, o texto, a peça estava muito bem conseguida e bastante real, nos dias que correm. Daniela Costa, 21 anos, Póvoa de Varzim
Um monólogo cativante e comovente, uma história de vida que debate um tema cada vez mais comum e actual. Uma interpretação fabulosa, que faz justiça ao sentido de teatro em Portugal. Andreia de Castro, 21 anos, Póvoa de Varzim
Adorei este espectáculo, o existencialismo é essencial para qualquer pessoa que tenha mais de dois neurónios. Cristiana Areias, 22 anos, Vila do Conde
Um tema bastante polémico, este espectáculo, não creio que deixe ninguém indiferente, o espaço e a interpretação quase nos fazem esquecer que se trata de um espectáculo, transportando-nos para um cenário bem real. Catarina Sousa Dias, 28 anos, Santo Tirso
Gostei Bastante. Maria Fernandes Rodrigues, 63 anos, Póvoa de Varzim
Boas! Em primeiro lugar gostaria de pedir desculpa por, embora gostando da ideia do comentário após espectáculo nas folhas dadas, não o ter feito no imediato. No entanto, para mim torna-se mais fácil fazê-lo desta forma. Depois gostaria de felicitar Eduardo Faria pelo trabalho, diria eu fantástico, neste "Contracurva". Não apenas pelo texto, como também pela direcção e a própria encenação de todo o espaço dedicado e este evento. Desde todo o espaço exterior que fornece alguma informação importante para quem, tal como eu, se inicia nestas lides, até ao próprio cenário bastante real. No entanto, penso que o melhor desse trabalho esteve na própria interpretação do seu "Lázaro". Interpretação essa que nos "tira" daquela sala e nos leva para um período entre os anos 70/80 até à actualidade, voltando à mesma sala? um breve comentário ao tema desta sessão que, embora bastante pouco falado na minha opinião, torna-se bastante pertinente e foi bastante bem "tratado". Por último, uma palavra de apreço às colaboradoras e à sua simpatia e disponibilidade. Rui Araújo, 21 anos Belo texto, excepcionalmente bem interpretado. Parabéns e continuem. Albano Carvalho, 66 anos, Póvoa de Varzim Foi um monólogo muito emotivo e muito bem representado. O Eduardo é um grande artista. Maria Teixeira, 61 anos, Póvoa de Varzim
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CONTRACURVA
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CONTRACURVA Texto, direcção e interpretação Eduardo Faria Continua 10,11,12 e 13 de Abril, 22 horas, Espaço d'Mente *
do Varazim Teatro - Rua da Fortaleza, nº20 - Póvoa de Varzim - Contracurva é um espectáculo de teatro onde os meios são reduzidos ao essencial. Trata-se de um projecto de vertente experimentalista, onde actor e público habitam ao mesmo tempo o mesmo espaço físico e temporal. Costurado nas malhas do hiper realismo acabará este espectáculo por travestir o emissor ( actor ) em receptor ( público ) e vice-versa e fundi-los até, levando assim a que a história seja construída por ambos. Numa altura em que, as sociedades discutem; questionam e põem em causa os seus valores morais e os seus direitos, quer colectivos quer individuais. E numa mesma altura, em que essas mesmas sociedades, assumindo novos valores e atribuindo-se novos direitos tanto colectivos como individuais, buscam uma maior racionalidade na Humanidade? pretendemos com este espectáculo assumir a nossa parte da responsabilidade da Arte em provocar, neste momento, a reflexão.
Em Contracurva somos confrontados com uma História simples e quotidiana para muitos. Lázaro é tetraplégico e convida a todos, os que o queiram, a passarem com ele o seu quadragésimo aniversário, que se comemora hoje. Abandonado no esquecimento de toda uma sociedade e recordado a cada momento pela dor da sua prisão, Lázaro continua a Amar todas as coisas simples, a Vida!
E é aqui que a sua presença, ou não, poderá, ou não, fazer toda a diferença.
OBSERVAÇÃO: Por lapso no cartaz do espectáculo Contracurva o valor do bilhete para sócios do Varazim Teatro está indicado como 2,50?, e não GRATUITO que é o correcto para este espectáculo. Desde já pedimos desculpa por qualquer inconveniente causado. Bilhete Normal 5,00 Euros e reduzido 3,75 euros. Bilheteira uma hora antes no local do espectáculo. ---------------------------------
* O Varazim Teatro inaugurou no passado dia 27 de Março, dia Mundial do Teatro, o " Espaço d'Mente", uma sala que pretende ser uma alternativa para a apresentação de espectáculos teatrais de carácter não convencional e também de outros eventos. O espaço situa-se na Póvoa de Varzim, próximo à fortaleza e na rua com o mesmo nome e funciona também como sede administrativa da associação e sala de ensaios. 
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O que é o Teatro?
A mesma arte,uma outra forma
uma iniciativa do Ministério da Cultura Acolhida com o apoio da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim no mesmo local até 13 de Abril.
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